‘Eu não vim com manual. Não sei te dizer exatamente sobre minhas ações, não sei dizer quando irei rir ou chorar, quando algo irá me impressionar, quando vou deter minhas palavras e manter aquele silêncio implacável ou irei desabar rios de conversas e pensamentos. Na verdade as vezes acho que eu mesma não sei quase nada sobre mim. Não sei quando vou me apaixonar ou me decepcionar. Não sou nada programável. Tenho minhas limitações e muitos medos, sou insegura e me acho feia, quase todas as manhãs. Espero das pessoas, na maioria das vezes, e quase sempre canso de esperar. E apesar de mudar tanto com o tempo, as vezes continuo a mesma garotinha de sempre, que se abriga em um abraço apertado e se sente confortável assim. Que insiste em chorar escondido quando nada em volta da certo e mesmo transparente de que nada está bem, sempre insite que ‘não é nada demais’. Que sente saudades o tempo todo, sem nem saber ao certo o porquê e a qual nunca aprendeu a lidar e nem a dizer o que sente, por ingenuidade e imaturidade, mais tenta fazê-lo com melhores intenções possíveis. que goste que as pessoas se preocupem e se mantenham o mais proximo possivel. A que tem o coração acelerado em todos os beijos,sendo roubados ou óbvios, abraços e até olhares, . Que gosta de andar de mãos dadas e de se sentir segura. Que não acha o silêncio uma coisa ruim, mesmo raro por na maioria das vezes cantarolar suas incançaveis e preferidas canções de sempre. Que goste de sorrir e goste de olhares que digam o que palavras as vezes não sejam capazes de dizer, tem sonhos malucos e planos mirabolantes. Que adore fazer novos amigos e acha engraçado as coincidências da vida. Tenha mania de mecher no cabelo o tempo todo e de cutucar as pessoas, fazer caretas no espelho e rir disso sozinha. Que tem milhares de histórias engraçadas e que não consegue nem sequer contar uma piada sem rir antes do fim. Goste de ver fotos antigas e sempre queira voltar no tempo e reviver muitas coisas, lembrando-as. E por mais completa que as vezes pareça, sente que falta algo. Que goste de fazer coisas diferentes e de rir, o tempo todo, de tudo. Que não sabe se definir como ‘timida’ou ‘extrovertida’, por sempre depender do momento. Que tem vários, vários e vários desejos. Que goste muito de chocolate, mesmo achando que precise de dietas regradas. Mais que torce o nariz pra verduras. Que goste de desenhar em tudo e de pedaços de músicas que digam aquilo que sente. E que goste sim de ser um tanto quanto antagônica, vezes simples e outras complexa. incomum. […] ‘Giih Spoladore

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