
Sorrir quando não está bem. Conversar quando o que se mais quer é o silêncio. Dóiter que abrir a boca e mostrar os dentes, e fingir que é um “riso”. Dói, ter que abrir a boca e gastar a sua voz, e fingir que tudo aquilo é “conversa”. Não é fácil.
Mari Castilho
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