Meus Sons
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Quis chorar um choro de criança. Daquele sofrido, sem colo ou esperança. Aquele choro de fim de mundo, onde não existe solução e nem expectativa. O choro que não cessa, que não seca, que não cansa ou conforta. Não tinha “mas…”. Era aquilo e ponto. Não havia controvérsia, nem possibilidade. Era um “não” grande, cheio e vazio. Não era incerto, era definitivo. Eu que nunca deixei de acreditar, agora resumo tudo assim, num choro desenfreado. Eu quis muito. Quis tanto que até chorei. Amanda Maciel .
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