É inevitável não me questionar todas as noites, quando eu só queria esquecer, mas não sei porque eu sempre lembro de você.
E quando as luzes da cidade se apagam, e quando o vento me trás você, eu murmuro entre palavras inacabadas alguns pedidos desacreditados aos céus. Ainda carrego no peito uma esperança serena como a garoa e sólida como o vapor, fina como a insegurança que me diz que vai dar certo, algo que me fala que você ainda vai voltar, que no final da noite já vai estar tudo em seu lugar. Não sei porque, eu insisto em acreditar.
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